DISPLASIA COXO FEMORAL
Presente nos cães, a doença também atinge os gatos
Presente nos cães, a doença também atinge os gatos
Com maior índice em animais de grande porte, como Rottweiller, Pastor Alemão, Labrador, Dinamarquês (Dog Alemão), a Displasia Coxo Femoral é uma doença do desenvolvimento identificada na maioria das raças de cães. Influenciada por fatores genéticos, esta doença também foi descrita em gatos de raças puras.
Os cães nascem com as articulações do quadril normais e, com o passar do tempo, vão sofrendo alterações estruturais progressivas que são identificadas em exames clínico ou radiológico.
Tais alterações podem ter início em animais com apenas um ano de idade, mas já é possível realizar um exame radiográfico em animais com quatro meses e outro quando eles estiverem na fase adulta (18 meses) para comparar os resultados. Fatores ambientais e nutricionais também estão envolvidos no progresso desta doença.
Há variações consideráveis na gravidade dos sinais clínicos no momento de inicio das alterações estruturais, na idade em que surgem os sinais, na velocidade de progressão da doença, na intensidade da dor e do comprometimento da mobilidade.
O tratamento é paliativo e varia com o estágio da doença. Nos estágios de menor dor, repouso e analgésicos costumam ser eficazes, mas nos estágios seguintes, que se caracterizam por dor considerável, repouso, restrição de atividades e analgésicos podem não ser suficiente para aliviar a dor, então pode –se indicar a cirurgia, mas o procedimento cirúrgico não impede a progressão das alterações degenerativas.
A acupuntura e fitoterapia chinesa entram na lacuna onde os antiinflamatórios ou analgésicos não estão obtendo o resultado esperado, ou estão provocando efeitos colaterais comumente observados em terapias a longo prazo com o uso destes medicamentos como gastrite.
Além de aliviar a dor, a acupuntura tem o benefício de diminuir a velocidade de degeneração da doença, sendo uma alternativa vantajosa do ponto de vista do bem estar do animal, oferecendo melhor qualidade na vida do animal.
Ao estabelecer um protocolo de pontos que melhor funcionam para cada animal, o proprietário tem a liberdade de escolher entre continuar com as sessões regulares de inserção de agulhas ou fazer o implante de ouro, que dará ao animal mais ou menos um ano sem dor e sem retornar ao acupunturista.
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