terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Pacientes em tratamento


Calvin, Linda e Kirey, alguns dos pacientes da veterinária especialista em medicina tradicional chinesa, Amanda Borotti, são atendidos em casa e no horário marcado pelos seus donos.

-> Calcificação óssea nas vértebras e displasia de quadril
Calvin é um Beagle de seis anos de idade que está com calcificação óssea nas vértebras cervicais e displasia de quadril, por isso sente dores terríveis e chora. Ao vê-lo sofrer com as dores, Maria Clara, a menininha de roupa cor de rosa, também lacrimeja.

Ela abraça seu cãozinho enquanto Amanda coloca o colar que imobiliza os movimentos do pescoço. Calvin começou a ser tratado com acupuntura, fitoterapia e as dores começaram a cessar.



-> Cinomose
Com seqüela neurológica de cinomose, a Boxer Linda começou a ser tratada aos seis meses de vida. Como todo cão jovem, quer pular e brincar, o que dificulta o atendimento, a convivência com a doença e os cuidados.

O proprietário sugere que Linda, que atualmente está com oito meses de idade, tenha as pernas amarradas para ser atendida em menos tempo, mas a veterinária diz que não vai amarrar Linda e espera o tempo do animal para começar mais uma sessão.

Por enquanto o proprietário de Linda optou por não realizar a eutanásia e tentar outros métodos para melhorar a qualidade de vida do animal, que está sendo tratado com acupuntura, fitoterapia e hemopuntura.

Linda apresenta melhoras apesar do proprietário estar ciente da gravidade da patologia.


-> Dermatite e otite crônica
Kirey, um Aquita com 13 nos, tem dermatite e otite crônica, dores articulares e dificuldades inerentes à idade avançada. A proprietária do cão afirma que, depois do tratamento com fitoterapia e hemopuntura, ele voltou a ter forças para brincar e dar atenção à família!

As dores foram eliminadas, a pelagem que estava quebradiça voltou a crescer normalmente e a pele apresenta cada vez menos lesões. Após o início do tratamento, não houve reincidência da doença.



---> Para saber mais,
entre em contato com Dra. Amanda Bortotti
pelo telefone 19. 9675 3244


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domingo, 14 de setembro de 2008


Saiba mais com Dra. Amanda Borotti - 19. 9675 3244
Rio Claro / SP

DISPLASIA COXO FEMORAL
Presente nos cães, a doença também atinge os gatos


Com maior índice em animais de grande porte, como Rottweiller, Pastor Alemão, Labrador, Dinamarquês (Dog Alemão), a Displasia Coxo Femoral é uma doença do desenvolvimento identificada na maioria das raças de cães. Influenciada por fatores genéticos, esta doença também foi descrita em gatos de raças puras.

Os cães nascem com as articulações do quadril normais e, com o passar do tempo, vão sofrendo alterações estruturais progressivas que são identificadas em exames clínico ou radiológico.

Tais alterações podem ter início em animais com apenas um ano de idade, mas já é possível realizar um exame radiográfico em animais com quatro meses e outro quando eles estiverem na fase adulta (18 meses) para comparar os resultados. Fatores ambientais e nutricionais também estão envolvidos no progresso desta doença.

Há variações consideráveis na gravidade dos sinais clínicos no momento de inicio das alterações estruturais, na idade em que surgem os sinais, na velocidade de progressão da doença, na intensidade da dor e do comprometimento da mobilidade.

O tratamento é paliativo e varia com o estágio da doença. Nos estágios de menor dor, repouso e analgésicos costumam ser eficazes, mas nos estágios seguintes, que se caracterizam por dor considerável, repouso, restrição de atividades e analgésicos podem não ser suficiente para aliviar a dor, então pode –se indicar a cirurgia, mas o procedimento cirúrgico não impede a progressão das alterações degenerativas.

A acupuntura e fitoterapia chinesa entram na lacuna onde os antiinflamatórios ou analgésicos não estão obtendo o resultado esperado, ou estão provocando efeitos colaterais comumente observados em terapias a longo prazo com o uso destes medicamentos como gastrite.

Além de aliviar a dor, a acupuntura tem o benefício de diminuir a velocidade de degeneração da doença, sendo uma alternativa vantajosa do ponto de vista do bem estar do animal, oferecendo melhor qualidade na vida do animal.

Ao estabelecer um protocolo de pontos que melhor funcionam para cada animal, o proprietário tem a liberdade de escolher entre continuar com as sessões regulares de inserção de agulhas ou fazer o implante de ouro, que dará ao animal mais ou menos um ano sem dor e sem retornar ao acupunturista.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Saiba mais com Dra. Amanda Borotti - 19. 19 9675 3244

Rio Claro / SP

Acupuntura Veterinária
Animais tratados com a Medicina Tradicional Chinesa podem relaxar
a ponto de adormecerem durante tratamento

Para tratar dos animais e atingir os benefícios desejados, profissionais têm cada dia mais se especializado em acupuntura veterinária. O método consiste em estimular pontos específicos do corpo, os quais alteram várias condições bioquímicas e fisiológicas do corpo do animal. “É um meio de ajudar o corpo a buscar a própria cura”, afirma Amanda Borotti, especialista em medicina tradicional chinesa veterinária.

Amanda explica que a acupuntura preenche uma lacuna entre a medicina e a cirurgia. “No mundo ocidental é utilizada principalmente quando os medicamentos não agem como o esperado ou são contra indicados em decorrência de possíveis efeitos colaterais, ou então quando a cirurgia não é possível”.

Em pequenos animais, como cães, gatos, aves e coelhos, a acupuntura é usada para tratar principalmente: Problemas musculares – esqueléticosdisplasia do quadril;artrite;doença do disco intervertebral;lesões de longa data.

Problemas cutâneos
granuloma por lambedura;
neurodermatite sensorial;
dermatite alérgica crônica.

Distúrbios nervosos
lesão nervosa traumática;
certos tipos de paralisia;
epilepsia.

Problemas respiratórios
asma.

Distúrbio gastro-intestinal
diarréia intratável crônica;
constipação.

A acupuntura faz muito mais do que aliviar dores, pois age por meio do sistema nervoso central, atingindo os sistemas músculo-esquelético, hormonal. Aumenta a circulação, liberando muitos neurotransmissores e neuro-hormônios (alguns dos quais são endorfinas, os “analgésicos naturais” do corpo), alivia espasmos musculares, estimula os nervos, o sistema de defesa do corpo, além de propiciar vários outros efeitos benéficos. De acordo com a filosofia chinesa, a doença é um desequilíbrio da energia no corpo e a acupuntura busca o equilíbrio do corpo ao corrigir o fluxo de energia e, assim, curar o animal.

Amanda ressalta também que o tratamento não é doloroso e costuma ser realizado com finas agulhas de aço inoxidável descartáveis. Em algumas áreas mais sensíveis, pode haver um breve momento de sensibilidade assim que a agulha penetra a pele. Assim que as agulhas estão inseridas, a maioria dos animais relaxa e, freqüentemente, adormece durante o tratamento. A acupuntura é uma das terapias mais seguras quando aplicada por um terapeuta competente, e os efeitos colaterais são raros. Às vezes a condição do animal pode piorar temporariamente antes da melhora. Como a acupuntura equilibra o sistema auto-curativo do corpo, sem haver administração de substâncias químicas, as complicações raramente ocorrem.



As sessões podem durar de 10 segundos a 30 minutos, dependendo da condição tratada e do método empregado. Existem diversas formas de estimular um ponto de acupuntura, incluindo inserção de agulhas, eletro-acupuntura, aquapuntura (injeção de uma solução no ponto), moxabustão (aquecimento do ponto) e acupuntura a laser.Os pacientes normalmente são tratados uma a três vezes por semana, durante quatro a seis semanas. Uma resposta positiva normalmente é constatada nas primeiras quatro a seis sessões; às vezes antes, dependendo da condição tratada.